DIÁRIO DE VIAGEM
Hoje foi o dia de
subir e conhecer Machu Picchu, a cidade sagrada dos incas, Patrimônio Cultural
da Humanidade, uma das maravilhas do mundo moderno.
Tivemos uma agradável surpresa em nossa programação, pois a agência de turismo nos informou que contaríamos com um Guia privado, durante toda a visita. É bem interessante e acho que vale a pena contratar esse serviço, pois o Guia fala somente para nós, caminha no nosso passo, explica muito mais, etc... ele mesmo afirmou que prefere muito mais atender a um casal do que a um grupo de 12/15 pessoas, onde umas se interessam pelas explicações outras não, uns andam rápidos, outros lentamente, etc...
Como tínhamos o dia
todo não fomos muito cedo. As 9:00 h seguimos com o Guia para a estação de onde
a cada 10 minutos parte um ônibus para a cidadela. Os ônibus são confortáveis e
modernos. A estrada é íngreme e estreita, mas os motoristas estão bem treinados
e há regras para a circulação dos veículos, sendo o percurso coberto em 25
minutos. Não há relatos de acidentes. Também é possível subir a pé numa
caminhada de quase 3 horas.
Descoberta em 1911
pelo explorador americano Hiram Bingham, a cidadela perdida dos incas se
localiza a 2350 m acima do nível do mar, no colo da montanha, cercada por
declives.
Ela recebeu o nome de Machu Picchu, que quer dizer "montanha velha", de um pico que se localiza junto a ela, mas que não é aquele famoso mais próximo das ruínas – aquele é Huayna Picchu ou "montanha jovem". A cidade, assim como as demais cidades incas, é toda construída em pedra. Especula-se que tenha sido um local de culto, ou um centro de astronomia ou mesmo uma hacienda de repouso do Imperados Pachacútec.
Ela recebeu o nome de Machu Picchu, que quer dizer "montanha velha", de um pico que se localiza junto a ela, mas que não é aquele famoso mais próximo das ruínas – aquele é Huayna Picchu ou "montanha jovem". A cidade, assim como as demais cidades incas, é toda construída em pedra. Especula-se que tenha sido um local de culto, ou um centro de astronomia ou mesmo uma hacienda de repouso do Imperados Pachacútec.
Logo na chegada há
uma estrutura de apoio com lanchonete, banheiros, etc... dentro da cidadela não
há nada disso. Se paga para entrar. Lá dentro é possível carimbar o passaporte
com a entrada em Machu Picchu.
Ao entrar subimos a
um ponto mais alto para ter uma visão global da cidade e bater fotos. Nosso
guia foi explicando tudo sobre o local, a história, a descoberta, as teorias, o
que era cada estrutura, como era a vida, etc...
Em uma área é
possível ver terraços usados para agricultura, em outra ruínas do que seriam
residências. Há uma estrutura arredondada que seria o Templo do Sol e embaixo
dele, o Templo de Pachamama, a deusa terra. Há um enorme gramado que seria um
local de cerimônias. Em uma lateral, a Praça Sagrada, um local de rituais,
ladeado pela casa das Três Janelas e pela Casa do Alto Sacerdote. Foi
encontrada uma enorme pedra - a Intihuatana – que indicava precisamente os solstícios, informação usada para planejar os ciclos agrícolas.
Embora estivéssemos
no inverno, lá em cima faz muito calor e com o dia claro, o sol não perdoa. É
recomendável usar filtro solar, chapéu de abas largas e, uma boa ideia são as
camisas de manga longa com proteção UV. Também se recomenda usar repelente
porque lá tem mosquitos. O passeio é todo com subidas e descidas, portanto,
deve-se usar roupas e sapatos confortáveis e não levar bolsas ou mochilas
pesadas. Água é fundamental e um lanchinho é sempre bem-vindo! É bom ter tempo
para admirar a paisagem, bater fotos, assimilar as informações, quem sabe até
meditar um pouco diante de tanta beleza. As montanhas em torno são muito
bonitas e altas e compõem um lindo cenário que nos fazem pensar em como somos
pequenos diante da grandiosidade da natureza!
Passamos cerca de 4
horas no total (entre subida, passeio e descida) visitando Machu Picchu.
Pegamos o ônibus de volta – a fila era enorme, mas andou bem rápido. Ao chegar
embaixo, prepare a máquina para fotos no vale com rio e ponte.
Seguimos para o
centro de Águas Calientes para almoçar no restaurante Mapi, um self-service bem
variado, mas com bastante comida regional. No Peru tem uma cerveja chamada
Cusquenha que é muito gostosa, principalmente a Red. A preta eu não gostei,
muito amadeirada! Mas a Red e a Dourada são muito boas.
Depois do almoço
caminhamos pelo centro, uma rua cheia de restaurantes e hotéis, chegamos a uma
praça com uma estátua do Imperados Pachacútec (só dá ele por aqui!!!) e depois
fomos buscar nossas coisas no hotel antes de pegar o trem. Os hotéis já são bem
maceteados em guardar as malas e bolsas dos hóspedes que sobem a montanha até a
volta.
Tomamos nosso trem Vistadome
as 17:25 h voltando para Cusco, 3 ½ horas de viagem.
Serviram um lanche a bordo, bem simples. Vamos sempre margeando o rio Vilcanota até a cidade de Ollantaytambo, quando mudamos a rota, aproando Cusco. Viagem foi bem tranquila e agradável. Fizemos novas amizades com uma família de Portugueses (Sr Francisco Fernandes e família) e assistimos a shows artísticos e desfile de modas, sempre com roupas típicas.
Chegamos a Cusco as
20:30 h – na verdade, na estação Poroy, que fica a 15 km fora de Cusco, e depois
nos deslocamos para o Novotel, onde reencontramos as nossas malas grandes que
ali estavam guardadas e fizemos novamente o check-in. Digno de nota é a
estrutura do hotel no manejo das malas dos hóspedes que ficam guardadas para a
viagem ao Vale Sagrado e Machu Picchu. Disseram que isso ocorre em todos os
hotéis de Cusco.







































































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